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sábado, 17 de maio de 2008

MISS IMPERFEITA


'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.


Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.

Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite , não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.


Texto de Martha Medeiros publicado na Revista do O Globo.


terça-feira, 6 de maio de 2008

pense, aja e viva como uma pessoa magra e feliz!


"O gordo não quer emagrecer, mas ser emagrecido", diz o médico Dr. Antônio Fonseca.

Emagrecer não é difícil. Difícil mesmo é encontrar pessoas dispostas a consertar o erro. A pressa, a transferência de responsabilidade, a não admissão de erros, as soluções mágicas, os muitos tratamentos e a ansiedade por resultados imediatos, são os piores e os mais comuns inimigos dos gordinhos, de acordo com o médico Antônio Fonseca, de São Paulo (SP), autor do livro "Tudo o que um gordo deveria saber".
Ou você acha que ter dois quilos acima do peso não é preocupante? Fonseca afirma que, independente do sobrepeso que você tiver, desde que te incomode física ou psicologicamente, o tratamento especializado é necessário. "Não faço classificação científica. Se o excesso de peso, mesmo que pouco, o machuca, aplico o tratamento nele e o trato como um gordinho".
Antes de tudo, o paciente precisa ter consciência do problema. Sem ela será mais uma tentativa desastrosa de êxitos parciais onde o "emagrece e engorda o dobro", o "virei uma sanfona" e outras expressões temidas predominarão. Esta visão, na maioria das vezes, dá ao paciente a sensação de que não adianta tentar de novo, o que é errado e precipitado.

Mas, como manter o peso?

A dica do autor é: jamais espere do médico ou dos medicamentos uma cura infalível. "A maior, mais importante e mais barata ferramenta para manter o peso ideal é a manutenção", defende Fonseca. Antes de mais nada, o paciente precisa estar bem informado. Conhecer bem a obesidade para combatê-la.

É necessário, também, que você esteja ciente do tamanho do problema, porque só assim os resultados serão atingidos com eficácia. "O grande problema é que os gordinhos não querem emagrecer, mas serem emagrecidos. Não importa o número de quilos para serem eliminados. Não há um pequeno, médio ou grande obeso. O que existe é uma doença comportamental que precisa ser tratada", reforça o médico.
A conscientização é o primeiro passo para que você emagreça e, claro, permaneça no peso ideal. Confira 10 dicas do médico Antônio Fonseca para você, que está fora do peso, emagrecer e nunca mais engordar:
1. A obesidade é uma doença comportamental, do pescoço para cima. Lembre-se disso!
2. Não existe fórmula mágica para emagrecer. Se quiser perder peso, deixe de ser infantil e encare a obesidade como a doença que é
3. Não emagreça por causa do profissional que te atende ou dos medicamentos utilizados, mas por sua causa
4. A obesidade age em absoluto silêncio. Você pode até não apresentar nenhum sintoma, mas em algum momento ela vai te incomodar
5. Não queira apenas emagrecer por questões estéticas. Faça o tratamento de obesidade para atingir o peso ideal e ficar de bem com a saúde. Ou sofrerá eternamente com o efeito sanfona
6. Enquanto você não admitir que erra, o erro sempre vai ser o acerto para o corpo. Ou seja: enquanto você não começar a fazer uma alimentação regrada ou iniciar um tratamento sério, seu corpo nunca entenderá sua vontade de emagrecer
7. Você não é onipotente. Não adianta apenas ir ao médico ou comer alimentos menos calóricos. Você precisa fazer uma mudança de hábito
8. Alimente-se bem. Não há proibição no consumo de alimentos naturais. Os prejudiciais são os alimentos industrializados
9. Não culpe os outros pelo seu fracasso. Encare seu tratamento como uma empresa: para atingir o sucesso, você precisa de um sócio, neste caso é o seu médico. Mas, se um dos dois falharem, a empresa vai a falência. Correto? Portanto, assim como ele, você tem igual valor em sua boa administração
10. Depois que atingir o peso desejado, continue se policiando. 80% das pessoas que chegam ao peso ideal voltam a engordar porque abandonam a manutenção, o que é o maior erro
E lembre-se: não existem fórmulas mágicas de emagrecimento e sim pense, aja e viva como uma pessoa magra e feliz.

O médico Dr. Antônio Fonseca atua em consultório próprio, em São Paulo (SP). E é autor do livro "Tudo o que um gordo deveria saber", da Editora Factash.

http://itodas.uol.com.br/portal/corpo_e_dieta/emagrecimento/saude_e_dieta/materia.itd.aspx?cod=3388&canal=257&Pagina=2

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Mudar a cabeça faz a dieta funcionar!


Tirar da cabeça a idéia fixa de que é impossível emagrecer, faz você modificar as atitudes diante da comida e perder peso sem sofrer

SEJA POSITIVA

Você tem coragem de chamar uma amiga que está gordinha de “rolha de poço”?
Claro que não! Mas existe o risco de dizer coisas desse tipo (ou piores) para si mesma, programando seu cérebro para uma derrota na balança.
Se você conserva pensamentos como “sempre estive gorda” ou “nunca fui capaz de perder peso”, acaba bloqueando qualquer possibilidade de mudança, mantendo o corpo pesado.
Então, comece a ser positiva a partir de agora.

Risque os pensamentos gordos.
Quando eles vierem à mente, diga firmemente: “Pare ou apague!”

Você pode tudo.
Pare de repetir que não tem pique para malhar ou não pode viver sem doce.
Reforce o que você pode fazer, dizendo a si mesma: “Eu posso fazer dieta”, “Eu posso andar mais dez minutinhos na esteira”, “Eu posso viver sem musse de chocolate”.
Trace metas realistas.
Você vive dizendo que não consegue perder peso? Mude o discurso para: “Não perdi peso ainda, mas, quando decidir de verdade, vou conseguir”.

IMAGINE E OUÇA SEUS DESEJOS
Além de frases sobre um corpo magro e saudável, é importante criar imagens na mente. Como? Feche os olhos e se veja caminhando num parque ou numa praia paradisíaca. Se disser “eu vou andar ouvindo axé”, cria também um estímulo auditivo. As representações sensoriais visuais e auditivas ajudam o cérebro a traduzir os pensamentos em ações.


EXERCITE A GRATIDÃO
Você tem o hábito de agradecer as coisas boas da vida? Ótimo! Esse exercício, de acordo com pesquisas na área da psicologia positiva, mantém o bom humor e deixa você mais disposta. O que isso tem a ver com o controle de peso? Quando está bem, você reduz o risco de encher o prato para curar uma dor emocional. Reserve um horário do dia para agradecer tudo aquilo que sua vida tem de bom - pode ser a família, a casa, o emprego, uma cama macia com lençóis cheirosos, um bilhete carinhoso do namorado ou do filho. O ideal é fazer isso logo antes da refeição - é um exercício que acalma a alma e deixa você com o estado de espírito perfeito para comer com tranqüilidade.

PROVOQUE SUA MENTE
Sabe aquelas historinhas populares que as avós adoram contar?
Elas podem valer por várias sessões de terapia direcionadas para a perda de peso, segundo terapeutas especializados em programação neurolingüística.


Exercite com o conto O Milagre da Mudança, de Dennis Wholey: um homem está nadando para atravessar um rio segurando uma grande pedra em uma das mãos. Quando chega ao meio da travessia, as pessoas que estão à margem do rio percebem que ele está em apuros, engasgando e engolindo água, se esforçando para continuar boiando. “Largue a pedra!”, diz um homem. “Assim poderá nadar melhor.” Mas o homem na água segura a pedra com mais força. “Largue a pedra!”, grita o povo. “Largue a pedra!” Finalmente o homem se vira e, com seu restinho de fôlego, diz: “Não posso. É minha”.


Agora responda a estas perguntas:

Você sente seu peso puxando-a para baixo?

Se enxerga agarrando-se a um corpo pesado apesar de estar perto de se “afogar”?Como você justifica os quilos extras?

Existe algo que alguém pudesse dizer ou fazer para convencê-la a liberar o excesso de gordura?


TRANSFORME DESEJOS EM METAS
Viver só no desejo de derreter as gordurinhas não resolve.
Você precisa dar passos concretos em direção ao que quer.
A pesquisas mostram que a característica que diferencia as garotas de sucesso é o estabelecimento de metas claras e específicas.
Portanto, ao adotar seu programa de perda de peso, trace objetivos viáveis.
E, conforme progredir, adicione ou modifique as metas de maneira que elas continuem sendo inspiradoras em vez de opressoras.

Veja o que fazer.
Visualize, fale e escreva
Imagine-se magra dentro do biquíni ou sorrindo ao subir na balança. Depois, registre essas cenas num diário. Pronto! O desejo foi transformado em compromisso.
À medida que você for progredindo, revise, melhore e amplie suas metas.


Vá devagar para ir longe
Mesmo se quiser perder 10 ou mais quilos, almeje reduzir um pouco por vez. E antecipe a sensação prazerosa de atingir sua meta a cada quilo perdido. Cada pequena vitória garante uma explosão de motivação e incrementa a autoconfiança.

Amplie suas estratégias
Pensar dia e noite em emagrecer pode ser limitante e frustrante. Estabeleça objetivos com foco na mudança de comportamento e torne-os o mais específicos possível,
por exemplo:
Meta diária: vou caminhar 15 minutos no horário do almoço e tomar leite desnatado em vez de chocolate gelado com chantilly.
Meta semanal: ao menos três noites na semana, vou comer frutas no lugar da sobremesa ou dispensá-la.
Meta mensal: vou descer do elevador num andar inferior e subir de escadas até meu apartamento. Ao final do mês, estarei subindo ou descendo dois ou três lances antes de entrar no elevador.

Comer é necessário, mas você pode escolher bem cada bocado. A mesma regra vale para a gula - ela parece incontrolável, mas não passa de uma decisão interna que pode ser modificada. Como? Prepare planos para enganá-la.
Beba água aos goles.
Muita gente confunde sede com gula. Então, da próxima vez que você sentir fome fora de hora, beba um copo de água em pequenos goles. Se for sede, a vontade de comer vai passar rapidinho.
Conte até dez.
Em vez de se entregar à gula logo de cara, resista a ela por dez minutos. Esconda as guloseimas e saia para andar ou ocupe as mãos com um trabalho manual.
Resista à junk food.
Se você come fast food de segunda a sexta, comece a fazer isso dia sim outro não, depois a cada três dias e, finalmente, uma vez por semana.
AME SEU CORPO
Quando olham no espelho, as mulheres geralmente não gostam do que vêem. Mesmo aquelas que estão com o corpo legal tendem a achar que precisam perder uma gordurinha aqui outra ali. Mas não espere secar os excessos para cuidar da auto-estima. Comece valorizando as partes do seu corpo que você gosta.
Tenha orgulho do seus olhos brilhantes, do colo bem desenhado, dos dedos longos. Outra maneira de se sentir feliz é cuidar de si mesma com o carinho que costuma tratar suas amigas.
Não se subestime nem faça piadas sobre as benditas dobrinhas que insistem em saltar da blusa.
Além disso, cultive o bom humor, adote atitudes saudáveis e trace perspectivas positivas.

Quanto mais você fizer isso, mais sua mente vai trabalhar a seu favor. Não esqueça!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

livre para emagrecer



que saudades do meu cantinho ...



Para Pensar
Um erro muito comum entre os gordos é o de desejar emagrecer demais ficando com o peso bem abaixo do que deviam. Uma mulher que pesa 125 quilos hoje quer chegar a apenas 48. Mas isso lhe parece tão impossível e frustrante que só de pensar já corre à geladeira e come alguma coisa "para acalmar os nervos". Pode ser até que o Senhor lhe proponha o alvo de 66 quilos, como seu peso ideal, que está bem distante, mas não tanto quanto os 48 que ela deseja pesar.Para uma pessoa manter o peso na faixa dos 48 quilos terá que ingerir apenas 1680 calorias diárias, e não mais que isso. Para um peso de 66 quilos, pode ingerir 2320 calorias diárias.Esse cálculo é feito da seguinte maneria. Calcule seu peso ideal (após orar ao Senhor a respeito disso), e multiplique-o por 35, e aí terá o número aproximado de calorias que deve ingerir. Suponhamos, por exemplo, que seu peso ideal é 60 quilos: multiplique esse número por 35 e obterá 2100. Esse é o número de calorias que deve ingerir por dia, para permanecer com seu peso ideal. Mas, para emagrecer um quilo, terá que deixar de ingerir em torno de 8000 calorias.Se sua cota de calorias para manter o peso ideal é de 2100, e ingerir apenas 1000 calorias diárias, isso significará um corte de 7700 no total de uma semana, o que resultará na perda de aproximadamente um quilo. Continuando a ingerir 1000 calorias diárias, perderá cerca de 4 quios por mês.Muitas das pessoas que fazem regime não estão bem a par desses dados. Mas não é difícil guardá-los. Primeiro, multiplique o seu peso ideal por 35 para saber o total de calorias que pode ingerir por dia para manter esse peso. Subtraia então o número de calorias que está ingerindo, e depois verifique em quantos dias terá subtraído 8000 calorias; e assim terá o número de dias necessários para perder um quilo.

domingo, 30 de março de 2008

vale a pena se inspirar para continuar lutando



Celebridades que brigam com a balança:
vale a pena se inspirar para continuar lutando
Por Nadia Heisler 28/03/2008
É difícil manter o peso e isso não é só um problema seu, é de quase todas as mulheres sejam elas famosas, anônimas, ricas, celebridades... Claro, diante de tantos apelos gastronômicos, quem resiste? Cada um com seu motivo, a meta é sempre a mesma. Ficar mais magra e menos flácida. Tem gente que precisa perder peso para se sentir melhor, tem gente que precisa perder alguns quilinhos para arrasar em alguma festa, tem gente que precisa perder peso para participar em alguma competição, tem gente que precisa emagrecer por questão de saúde, e por assim vai.
Por incrível que pareça, no mundo dos famosos isso não é diferente. Ou você achou mesmo que a briga com a balança nunca passou por Hollywood? A briga com a balança nasceu lá! Isso quer dizer que musas como Jennifer Lopez e Beyoncé sofrem, sim, para manter tudo em cima.
Por aqui isso não é diferente. Juliana Paes, Adriana Bombom, Deborah Secco e Priscila Fantin são exemplos de mulheres que lutaram muito para conseguir uma silhueta invejável. Então, por que não inspirar-se no mundo das celebridades para ganhar esse combate?
Eis aqui algumas boas causas para isso
1- Pressão
O padrão de beleza hoje em dia é ser magra. Nenhuma novidade nisso. Porém, há diferentes maneiras de se encarar esse fato. No mundo das famosas não tem jeito. Elas estão na mídia e precisam ser belas para poder “vender” sua imagem. Se você achou que estava sofrendo demais com o controle do peso, regulando os doces e correndo cinco vezes por semana, imagine só a pressão que elas não sofrem.
2- Necessidade de dar satisfação
Elas engordam alguns quilinhos e já bombam em capas de revistas, emagrecem e já são consideradas anoréxicas. Fora isso, muita gente por aí acaba tendo algum tipo de transtorno alimentar e se submetendo a loucuras. Imagine só que tem celebridades por aí sobrevivendo com apenas dois ovos por dia e tomando laxante que nem água.
3- Aprendendo a se tornar um ser humano
A verdade é que dá para deixar a paranóia e a obsessão de lado, usar o cérebro e aprender a conviver com o controle do peso e diminuir a fome por ansiedade, principal pecado das mulheres. Ninguém morre porque não come doces e nem precisa tentar suicídio porque comeu uma trufa de-li-ci-o-sa. Nada demais e nem de menos.
4- A questão do tempo
Para as que precisam emagrecer em um curto período, saiba que isso também não é nenhuma sentença de morte e é possível perder até dois quilos por semana sem grande sofrimento ou prejuízo para a saúde. Muitas famosas precisam mudar drasticamente o peso para fazer um papel especial em algum filme. Tudo bem que elas tem o incentivo dos gordos salários que recebem, mas convenhamos: nós também podemos ter muitas conquistas se conseguirmos vencer a balança. Para começar elevação da auto-estima, em segundo, ficam os olhares que certamente ficarão mais atentos (e cheios de interesse) sobre nós.
5- Efeito sanfona
O grande problema aqui, vale ressaltar, é a grande chance de a pessoa voltar a adquirir os seus quilinhos extras, o que leva a pessoa a desenvolver o chamado “efeito sanfona”.
Segundo a nutricionista Roseli Rossi, as pessoas mais atingidas pelo efeito sanfona são justamente aquelas que buscam emagrecer usando dietas milagrosas, nas quais há grande perda de peso de forma rápida.
“A verdade é que o processo de emagrecimento apresenta grande influência na manutenção do peso. Após uma dieta de restrição drástica, o risco de aumentar o peso de gordura corporal é muito maior porque a pessoa não sofreu uma reeducação nutricional”, explica Roseli.
Mas nesse quesito as famosas saem com benefícios extras. Isso porque elas sempre podem contar com a ajuda de um aparato nutricional, psicológico e médico, muitas vezes. Isso facilita para que não haja nenhum deslize no meio do percurso. Se você puder, vale a pena procurar um acompanhamento desses. O resultado é garantido.
6- Necessidade de praticar exercícios físicos
Muita gente teima em brigar com a balança utilizando apenas uma arma: a alimentação. Porém, já foi descoberto – e inclusive confirmado por algumas celebridades – que a prática de exercícios físicos combinado a uma dieta balanceada tornam tudo mais fácil, rápido e prazeroso. Adriane Galisteu, por exemplo, era uma que antigamente sofria com seu absoluto excesso de peso e, graças à combinação dessas duas armas poderosíssimas (alimentação e atividade física) deu um verdadeiro baile na balança, tanto é que hoje exibe seu corpão de dar inveja a qualquer uma.
7- Vícios
Tem celebridade que deixa de comer, mas se apega a algum vício como forma de compensação. Os preferidos são: café, chá verde, cigarros e, infelizmente, até drogas inibidoras de apetite. Será que não é mais fácil encarar a dieta como adulto em vez de camuflar as vontades?
8- Depressões e falhas
Todo o ser humano possui falhas e, principalmente as mulheres, vivem períodos de intensa variação hormonal e picos de ansiedade e estresse. Para não botar seu plano no fundo do poço, quando estiver de TPM, por exemplo, vale se permitir um pouco mais, mas tudo sem exageros. Para ajudar você nessa missão, há uma alimentação especial para mulheres que garante o humor e a disposição nesses dias tenebrosos.
Fora isso, vale também se basear nas famosas: vá a festas, divirta-se, curta o paquera (ou saia para paquerar), vá ao cinema, dance bastante e, fundamentalmente: saia de casa! Caso contrário, a fome falará mais alto e a balança pode ganhar essa batalha.
9- Distraia-se
Você já reparou que as celebridades estão sempre ocupadas, mesmo que seja em festas ou encontros especiais? Pois bem, talvez esse seja um segredo de ouro. Tente imitá-las e não deixe sua vida cair numa rotina chata. Às vezes a gente fica insatisfeita com a nossa vida e descontamos tudo na comida.
Está certo que o ato de comer precisa nos dar prazer, mas ele não pode ser a nossa única fonte de felicidade. Conheça uma pessoa nova, descubra um livro, vá a um lugar interessante, matricule-se em algum curso especial, vá ao shopping avaliar as últimas tendências de moda, invente looks novos, reorganize sua casa, construa um jardim, ajude alguém com um trabalho voluntário (à la Angelina Jolie, que tal?) enfim, descubra a atividade que é a sua cara, ocupe seu tempo com o que gosta de fazer e que vai fazer você passar longe da compulsão alimentar.
10- Aceite seus compromissos
Você já viu alguma musa chorar porque precisa ir trabalhar ou porque precisa levar o filho ao dentista. Ah, bom. Sabe por quê? Porque tem gente que arranja desculpas para se lamentar com os compromissos da vida e desconta tudo na comida, botando qualquer dieta a perder. Seja mais crescida e profissional. Você não é a única que sofre com isso. Aproveite para arranjar uma compensação. Que tal um cinema?
11- Coma em lugares diferentes
Há quem diga que o grande segredo das famosas, principalmente das francesas, é comer (almoçar e jantar) em lugares diferentes – mas sem ser fast food, claro. Experimente ir a restaurantes novos e conhecer culinárias de diferentes partes do mundo.
Isso certamente fará você “se desapegar” de certos alimentos, aprimorar o seu paladar e emagrecer, pois já foi comprovado que os sabores diferentes agem de uma maneira especial no cérebro, desvinculando as calorias e fazendo com que eles sejam mais bem aceitos pelo organismo. Achou complicado? Resumindo: comidas com sabores diferentes, exóticos e especiais emagrecem. É isso! A teoria é de Seth Roberts, professor de psicologia da Universidade da Califórnia.

Fonte: http://cristianaarcangeli.terra.com.br/site/index.aspx

segunda-feira, 17 de março de 2008

Disciplina


Jean Michel ainda não tinha completado 20 anos, era um soldado do Exército francês no inverno de 1796, e foi em plena campanha de conquista da Áustria que ele viveu um momento que mudou seu modo de ver a vida. Tinha atravessado a noite fazendo vigia em um dos flancos do acampamento e sentia que o cansaço de suas pernas só não era mais desesperador que seus pés congelados, e que o peso do fuzil parecia ter-se multiplicado durante a noite. Felizmente logo seria substituído, e foi exatamente nisso que Jean Michel pensou quando percebeu um movimento bem atrás de si. Virou-se esperando o soldado que o renderia, mas a pessoa que ele viu fez com que o frio de seus pés passasse para seu coração, instantaneamente.
Napoleão Bonaparte em pessoa caminhava sozinho em sua direção com passos firmes. E o general fez-lhe perguntas que ele poderia esperar de um sargento, ou no máximo de um capitão, jamais do comandante supremo do poderoso Exército francês que estava mudando a fisionomia da Europa. Ele, até então, não sabia que Napoleão se contentava com poucas horas de sono e que, muito cedo, costumava caminhar pelo acampamento, às vezes surpreendendo seus oficiais.
Mas foi no fim da visita do chefe que Jean Michel – que agora tremia de emoção mais que de frio –, teve um momento de coragem e atreveuse a dirigir a palavra a seu comandante supremo:
– Meu general, posso lhe fazer uma pergunta?
Napoleão, um pouco surpreso, assentiu com a cabeça.
– Desculpe minha insolência, mas tenho necessidade de saber uma coisa: que qualidade eu preciso desenvolver para me transformar em um grande general algum dia?
O comandante tardou um instante para assimilar a pergunta, depois sorriu levemente e então disse:
– Se você me pede para que eu indique apenas uma qualidade, aquela que poderá algum dia transformá-lo, não só em um grande general, mas em um grande homem, então eu vou lhe dizer, meu jovem. Você precisa desenvolver aquela a partir da qual todas as outras virtudes virão: você precisa ser disciplinado. Só assim você se valerá bem do tempo, nosso bem mais precioso. Quanto a mim, pode ser que, no futuro, eu perca uma batalha, mas jamais perderei um minuto.
Uma (boa) qualidade
Napoleão Bonaparte acabou sendo derrotado pela sua enorme ambição, mas seu legado de estrategista militar e de homem determinado ainda permanece no imaginário universal. A disciplina era uma de suas forças, e ele era o primeiro a admitir isso, além de procurar incutir essa qualidade em todos os que ele liderava. Acreditava, portanto, que disciplina é algo que se desenvolve.
Hoje, a psicologia dá razão ao corso. Na prática, disciplina é considerada uma qualidade de comportamento, portanto, algo que pode ser modificado a partir da decisão e da persistência firme de cada um de nós.
De acordo com o conceito clássico, disciplina é um regime de ordem. Em outras palavras, é um sistema onde os acontecimentos se processam como previamente determinado. Quando a disciplina está presente, aquilo que foi proposto será executado, não há dúvidas quanto a isso.
As famosas resoluções de ano novo, por exemplo, costumam frustrar seus idealizadores por dois motivos principais. O primeiro é que elas não são, de fato, colocadas na lista de prioridades. Ficam no campo das probabilidades, e aí, para serem realizadas, dependem de que não surjam, ao longo do ano que se inicia, outras necessidades com maior premência. Se “emagrecer” não for prioridade, “trabalhar” será. Como não podemos não trabalhar, a resolução de emagrecer fica em segundo plano, enquanto a pessoa não perceber que pode ter mais de uma prioridade, desde que saiba organizar seu tempo. E isso nos remete ao segundo grande motivo das frustrações.
O segundo motivo é a indisciplina. Essa é a grande mãe do fracasso. O medo é o pai. E o fracasso tem também uma madrinha: a ignorância, em seu sentido amplo. E um padrinho: o planejamento mal feito. Mas, acredite, a indisciplina é a causa mais cruel, pois não perdoa nunca. Coragem, conhecimento e planejamento são importantíssimos para o sucesso de uma empreitada, mas ficam impotentes sem a companhia da disciplina.
Aristóteles, em seu livro Ética a Nicômaco, insistia na disciplina como uma qualidade da alma; o poder que permite ao homem diferenciar-se dos animais, pois significa a vitória da razão, a única possibilidade de uma pessoa realizar seus sonhos. Sem a disciplina e a determinação, qualquer sonho não passará de devaneio. O filósofo dizia que a “virtude moral é resultado do hábito”. Somos o que repetidamente fazemos, forjamos o caráter nas atividades diárias, e estas construirão nosso destino.
Mas cuidado. O regime de ordem citado acima pode ser de dois tipos: imposto ou livremente consentido. Se for imposto, só vai funcionar mediante controle permanente, como acontece com o professor que impõe disciplina na sala de aula e é temido pelos alunos; ou o pai que não admite desobediência de seus filhos, muito menos discussão sobre suas ordens e determinações. Tal pai conquista o respeito pela força, mas corre o risco de perder o amor de seus filhos. A disciplina imposta só funciona por curtos espaços de tempo e é útil em situações de crise, perigo, dificuldade ou urgência. Não serve para tarefas em longo prazo, como é o caso dos projetos pessoais de vida.
Já o regime de ordem que é livremente consentido tem outra força, outro poder. Sustenta-se no tempo e não depende de controle, no máximo de um reforço. Resoluções pessoais só podem funcionar assim. O que você decide para sua vida não pode depender de outro, pois a decisão foi sua, e não do outro. A participação de outros na execução de suas resoluções pode, isso sim, funcionar como uma parceria, e as parcerias são boas porque catalisam os processos. Encontrar um companheiro para praticar esporte, ou solicitar à sua mulher que lhe pergunte, de tempos em tempos, como está indo aquele projeto, são reforços estratégicos muito úteis. Mas o controle continua sendo seu, pois nada lhe foi imposto no sonho – nem está sendo agora, na execução.
Você decide, e deve fazê-lo por livre consenso estabelecido entre seus sonhos e suas potencialidades. Tudo aconteceu dentro de sua cabeça, sem imposição, mando ou determinação de quem quer que seja. Quando é você que decide, está exercendo seu livre-arbítrio. Quando realiza com disciplina, está fazendo valer sua vontade. O disciplinado sem livre-arbítrio é um escravo competente. Um livre-pensador indisciplinado é um boêmio inconseqüente.
Aliados e inimigos
A disciplina, é necessário reconhecer, tem lá seus inimigos. Vejo dois: a indolência e a dúvida. A indolência é o diabinho que sussurra em nosso ouvido coisas como: “Deixa para depois!”; “Fique mais um pouquinho na cama, o que é que há de mal nisso?”; “Não se preocupe, se você ficar bem quietinho, a vontade de trabalhar passa!”; “Ninguém faz, por que logo você deveria fazer?” E por aí vai. O repertório de convencimento do capetinha da indolência é quase infinito. Cuidado com ele!
Quanto à dúvida, bem, essa tem causas mais profundas, pertence ao misterioso mundo do autoconhecimento. Cuidado, pois resoluções pessoais não podem dar espaço para as dúvidas. Se você pretende plantar um jardim, não pode duvidar de seu apreço pelas flores. Se uma resolução é fraca, será dominada pela dúvida, e esta vem acompanhada da acomodação, do desânimo e da desesperança. Eta turminha da pesada! Mas não se esqueça de que esses três só entram na festa se forem convidados pela dúvida. Portanto, não crie, em sua cabeça, projetos em que você não acredita, objetivos definidos por outros, sonhos mal sonhados. Todos eles abrem espaço para a dúvida, e esta arruma a cama da indisciplina, em que ela dormirá o sono letárgico de uma vida sem sentido.
A idéia da disciplina carrega consigo um arsenal de meios que poderiam ser entendidos como outras resoluções. Mas não, elas são um só conjunto, uma só decisão, compartimentada, mas única. E a noção da disciplina é a mais abrangente – a ave sob cujas asas se acomodam os componentes da esperança com base, do sonho com certeza, do amor compartilhado.
Em latim, disciplina significa ensino, por isso usamos essa palavra também para designar áreas do conhecimento. Matemática, história, biologia são exemplos de disciplinas escolares. Há, portanto, uma conexão entre a disciplina e o aprendizado. Aliás, a palavra disciplina tem a mesma origem da palavra discípulo. O mestre disciplina um jovem para que ele aprenda, se desenvolva, torne-se autônomo e produtivo. O jovem que o mestre disciplina é, portanto, seu discípulo.
No sentido pessoal, a disciplina aumenta nossa capacidade de aprender e, a partir disso, realizar. Quem se disciplina torna-se, ao mesmo tempo, mestre e discípulo. Aprendem, produzem, criam, alcançam os resultados com que sonham. E, o mais importante, são mais livres. A disciplina não aprisiona, liberta você da pressão externa e do sofrimento que vem dos sonhos não realizados, das frustrações autoprovocadas, da miséria da desesperança. Aliás, Renato Russo nos disse que “disciplina é liberdade”. Pois é. Do filósofo grego ao imperador francês, encontramos a idéia de que uma mente livre é uma mente disciplinada.
Porque as pessoas disciplinadas são mestras de si mesmas.
Eugenio Mussak é educador e escritor.
http://www.revistavidasimples.com.br/

terça-feira, 4 de março de 2008

Vida Plena

O corpo fala e avisa a hora do sono, quando a agitação é exagerada, quando um amor termina. É hora de mudar de vida



A maioria das pessoas não cuida do corpo com o mínimo de carinho necessário. Quando somos jovens, o poder de recuperação de nosso corpo é maravilhoso, mas algumas pessoas aprendem nessa época a maltratá-lo e, à medida que o tempo passa não mudam seus hábitos. Por isso, pare de ingerir comidas prejudiciais em quantidades exageradas, como carne e açúcar, que exigem em demasia do organismo. Não beba em excesso, faça exercícios físicos regularmente e cuide de seu sono.

Procure dormir num quarto arejado, com colchão macio e sem se agitar muito antes de ir deitar.
O mais importante é aprender a escutar seu corpo. É ele quem vai avisar que um amor terminou. Que não é possível continuar fingindo orgasmos. Que é chegada a hora de mudar o rumo da vida. Que vai orientar a escolha do novo namorado. Você sabia que uma criança, quando está com anemia por deficiência de ferro, come terra? Intuitivamente, ele sabe o que seu organismo necessita. Essa consciência permite que encontre uma solução para uma dificuldade.
Com o passar do tempo, as pessoas param de escutar o corpo e se afastaram de si mesmas. É importante arranjar tempo todos os dias para sentir seu corpo, observar suas sensações. É o caminho mais fácil para fazer o que você precisa e deseja.
Esteja realmente atento aos sinais que o seu corpo pode dar. Ele pode indicar frustração, tristeza, mágoas, dificuldades de relacionamento, descontentamento no trabalho e muitos outros. Quem vive doente pode estar somatizando a infelicidade e pode ser um sinal de que a vida está precisando de uma reavaliação. Esses avisos devem ser considerados para não desperdiçar sua energia. Em vez de se desgastar, use essa energia para transformar sua vida.

Por Roberto Shinyashiki*





sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

CRENÇAS PERFECCIONISTAS


Alguns exemplos de crenças que deveriam ser revistas:


· Minha valorização como pessoa depende do meu peso


· Sou incapaz de suportar os comentários negativos sobre minha aparência


· Tenho que estar magro(a) porque é minha garantia de sucesso e felicidade


· As roupas tem que vestir sempre perfeitas, senão todo mundo irá perceber


· Para mim, não estar magro(a)=estar gordo(a)


· Ser complacente comigo mesmo é sempre um sinal de debilidade e fraqueza


· O controle de si mesmo é sempre um sinal de disciplina e força


· O sucesso não pode ser mais que total, e o fracasso completo


· Os "outros" podem fazer 3 refeições por dia, mas eu não preciso de tanto


· Os doces, pães e massas são sempre alimentos "maus", porque se transformam em gordura


· Eu devo, a qualquer preço, evitar engordar. Estar gordo(a) é um sintoma de fraqueza, que impede a admiração das pessoas, e sem eles me sentirei abandonado e desvalorizado


· Se alguém não elogia a minha aparência, é porque não gosta dela
· Pelo contrário, se me elogiam, isto ocorre unicamente para me deixarem feliz, porque na realidade eles não pensam assim


· Se engordo 500g, vou acabar engordando 50kg


Texto: Valéria Lemos Palazzo Psicóloga CRP - 06/35173-8

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Aprenda a lição




As dificuldades trazem alertas. A única maneira de aproveitar para crescer é analisar os avisos que os problemas nos mandam

Problemas, doenças e inimigos são grandes mestres quando sabemos escutar suas orientações. Muitas pessoas, quando estão diante de dificuldades, mergulham em depressão e se sentem eternas vítimas. Sentem-se injustiçadas por tudo e por todos. Ficam revoltadas por estar passando por dificuldades e perdem a oportunidade de aprender com esse desafio e crescer. A única maneira de aproveitar uma dificuldade para crescer é analisar os avisos que esses problemas estão nos enviando e usá-los para fazer uma reformulação completa em nossa vida.

Se você está vivendo um problema, não olhe para fora de si mesmo procurando a causa. Não tente se iludir de que o outro é a fonte dos seus problemas. Perceba que esse problema está procurando lhe dar uma lição. Aproveite esse aviso para crescer! Um problema sempre guarda uma lição, e aprender essa lição compensa todos os sofrimentos que as dificuldades podem nos trazer! Crescer com essa lição é a única forma de tirar partido do sofrimento que um problema nos causou.
Quando aprendemos uma lição, todo o sofrimento serviu para algo maior. Quem não aprende a lição dessa dificuldade, porém, perde a maior riqueza que um problema nos traz, que é a oportunidade de crescer. Quando não evoluímos, os problemas só nos criam mais amargura no coração.

Mas existe algo ainda pior: quando não cuidamos das causas, os mesmos problemas sempre voltam. De outra forma, provavelmente, mas provocando a mesma angústia que enfrentamos anteriormente. Quando a pessoa consciente repete uma situação do passado, percebe que vai fazer a mesma viagem, mas em um ônibus diferente. Trocou de marido, mas é simplesmente mais um alcoólatra na sua vida.

O problema é como um professor muito crítico, que cobra o melhor desempenho do seu aluno. A diferença é que, se você não aprender a lição com o primeiro professor, logo virá um substituto mais bravo e agressivo. Essa talvez seja uma das grandes lições da vida: quando não enfrentamos um problema nem o resolvemos direito, certamente iremos reencontrá-lo muito maior mais adiante

Na Índia os mestres sempre dizem: os problemas são despertadores que tentam acordar as pessoas para a vida. Aproveite para acordar logo, antes que o próximo despertador faça mais barulho. Pense nisso: o que essa dificuldade está querendo mostrar a você?

Problemas são avisos que a vida nos envia para corrigir algo que não estamos fazendo bem. Problemas e doenças são sinais de emergência para que possamos transformar nossas vidas. Aliás, problemas e doenças guardam muita semelhança entre si. Infelizmente, a maioria das pessoas, quando fica doente, cai num lamentável estado de prostração ou simplesmente toma remédio para tratar os sintomas em vez de fazer uma pausa para refletir sobre os avisos que essa doença está enviando. São poucos os que se perguntam: "Por que meu organismo ficou enfraquecido e permitiu que a doença o atacasse?"

As doenças são recados que precisamos levar a sério, principalmente as doenças que se repetem. Dores de cabeça, alergias de pele, má digestão, todos esses distúrbios querem nos mostrar algo. Saber procurar e achar as causas deles é uma atitude muito sábia.

Nossos inimigos, da mesma forma que os problemas e as doenças, são gritos de alerta para cuidarmos de algo que não está certo em nossa vida. Quando os ouvimos com atenção, nossos inimigos podem se transformar em maravilhosas alavancas de crescimento pessoal. Analise suas críticas, procure meios de melhorar os pontos fracos apontados por ele, desenvolva seus pontos fortes, prepare-se para enfrentá-lo com alegria e, em lugar de ter ódio, seja grato a ele por lhe dar sugestões para melhorar a sua vida.
Assim como as doenças e os inimigos, os problemas nos enviam avisos que precisamos aprender a decodificar. Se você tem um problema que está se repetindo em sua vida, é chegada a hora de fazer uma análise do seu significado para poder superá-lo. E tenha muito claro que, no momento em que supera um problema que o acompanha por algum tempo, uma nova pessoa nasce dentro de você.
* Roberto Shinyashiki é conferencista e escritor. Mais informações em: www.clubedoscampeoes.com.br

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Um jeito simples de manter o peso


Não acredito que todos precisam ser magros como um palito. Mas descobri que a vida fica mais simples se pudermos manter nosso peso em níveis que nos sejam aceitáveis. Quando consigo, me sinto melhor, minha aparência fica melhor e não preciso ter roupas para vários manequins em meu armário.
Faz tempo que Gibbs e eu estamos lutando para manter nosso peso ideal. Alguns anos atrás descobrimos um método infalível: usamos gráfico para acompanhar o peso dia a dia.
Grudamos uma folha de papel quadriculado na parede do banheiro, acima da balança, e deixamos por perto uma caneta vermelha.
É surpreendente como é fácil eliminar um pequeno ganho de peso proveniente de um jantar em um restaurante ou de um lanche indiscriminado no dia anterior, quando fazemos um acompanhamento diário. Se engordamos meio quilo de manhã, sabemos que precisamos controlar a ingestão de alimentos no resto do dia, para que o peso volte ao normal na manhã seguinte ou, possivelmente, na próxima.
Modificar nosso consumo de alimentos com base naquela linha vermelha ascendente do gráfico torna-se automático, inconsciente e uma maneira quase indolor de manter o peso que queremos.
De vez em quando, se deixarmos de usar o gráfico – seja por preguiça de fazer outro para o mês que se inicia, seja por termos perdido a caneta -, chegamos a ganhar até dois quilos em um piscar de olhos. É muito fácil termos a ilusão de que aquela enorme musse de chocolate foi apenas um pouquinho ou que aqueles docinhos que saboreamos na reunião da noite passada não contam, porque comemos de pé. Mas o gráfico não é assim tão fácil de convencer.
Descobrimos que não basta observar o peso todas as manhãs e não marcá-lo no gráfico. Se fizermos isso, de algum modo acabaremos esquecendo o peso de ontem e do dia anterior. Mas é impossível perdê-lo de vista quando está registrado em tinta vermelha na parede do banheiro e difícil ignorá-lo quando a linha começa inexoravelmente a subir no gráfico.
Agora tiramos um número suficiente de cópias do gráfico para durar o ano inteiro e guardamos a caneta vermelha em uma gaveta próxima para não perdermos. Mantenha o peso ideal com uma caneta vermelha. É tão simples.
Transforme sua vida, Elaine St. James.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

medo e compulsão alimentar


O medo na compulsão alimentar aparece como um elemento resistente.

Ao mesmo tempo em que mantém um realidade (estar acima do peso, ser compulsivo), vamos criando elementos de resistência e de proteção relativos à aquela realidade.

Por exemplo: "Eu quero ser amada, mas tenho muito medo do abandono". Porem quem esta disposto a amar o outro, e deixar-se amar, corre o risco de ser abandonado. O medo de ser abandonado faz com que a pessoa comece a criar comportamentos de proteção, que irão isolá-lo do seu medo de ser abandonado. O abandono é visto como ameaçador, ruim e indesejável. Posso "manter" minha compulsão porque ela tem uma utilidade: Me manter afastada de relacionamentos amorosos, e assim evitar o abandono.
Na vida profissional pode acontecer o mesmo. Caso eu não esteja tão bem na vida profissional como gostaria, posso atribuir este fato, não a algum tipo de "falta" minha ( me dedicar mais as minhas tarefas, me aprimorar, ser mais ousado), mas ao meu "problema" de excesso de peso.

Neste caso não posso "me culpar" pelas minhas falhas.
O problema é que vamos protegendo essa condição em nós mesmos, mesmo que ela pareça desagradável e não nos proporcione conseguirmos aquilo que queremos.
Uma pessoa com medo de se expor, mas que quer ter sucesso, pode se utilizar do excesso de peso para não se expor.

Porem em qualquer situação de sucesso, você estará exposto.

Muitas pessoas perfeccionistas tem medo de serem "vistas" fora do "seu melhor", porque não se assumem com o realmente são.

Acreditam que tem que ser perfeitas, por isso tem medo dos outros e de que eles possam "ver quem ela é".Neste caso a defesa pode aparecer na forma de excesso de peso, para que a pessoa não se exponha e se proteja. A crença é que não se expondo, ela estará protegida das criticas das outras pessoas.Mesmo tentando uma mudança de vida, as defesas internas podem fazer alguém fracassar. Estas defesas tem que fazer com que você não esteja em evidencia. Estas defesas foram criadas e treinadas por você. Suas crenças internas serviram como elemento reforçador para cada uma delas.
Por isso você pode começar uma dieta (reeducação alimentar) e não levar adiante. Começa a fazer exercícios e larga. Emagrece e engorda tudo novamente. Você pode estar vivenciando tudo isso, para impedir que venha a passar por coisas que teme. Estas defesas vem e te "pegam".
Por isso você tem que se perguntar que resistências criou ? Quais são os seus medos ? O que existe de perigosos em emagrecer ?


Texto: Valéria Lemos Palazzo Psicóloga CRP –06/35173-8
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sábado, 19 de janeiro de 2008

Reverencie o seu processo com a autenticidade


Um dia minha alma se abriu por inteiro
Iyanla Vanzant


Reverencie o seu processo com a autenticidade

Que tipos de jogos você costuma jogar? De início, a pergunta não me pareceu estranha. Minha mente perfeitamente lógica deu uma resposta perfeitamente lógica: “Eu gosto de Banco Imobiliário, mas ando tão ocupada, que raramente tenho chance de jogar!” Que tipos de jogos você costuma jogar? Desta vez o impacto foi como um balde de água fria. A voz dele era grave, os olhos penetrantes, a atitude era de quem sabia e exigia que eu confessasse. Eu sabia exatamente do que ele estava falando, mas meus lábios e minha língua não me obedeciam. Medo, vergonha e culpa atiravam areia em meus olhos e eu não conseguia respirar. Que tipos de jogos você costuma jogar? Na ausência do meu cérebro e da minha língua, eu fiz o que qualquer pessoa apanhada com a boca na botija faria. Eu chorei.
Eu queria escrever um livro chamado Divas Não Soltam Gases: 101 Formas Criativas Usadas por Seres Humanos para Disfarçar Seus Erros. Minha teoria é que as pessoas fazem coisas extraordinárias para fingirem que não soltam gases. Apertamos bem uma nádega contra a outra, esperando não fazer barulho. Depois saímos andando, na esperança de que o mau cheiro não nos siga. Acredito que exista uma pequena diva em todos nós. A diva é sempre perfeita e infalível, acima de repreensões. A diva não ousaria fazer algo tão vulgar quanto soltar gases ou arrotar. Soltar gases é ser falível. Significa que você pode cometer erros. Divas não cometem erros. Infelizmente, a diva não se dá conta de que erros são ocorrências naturais. São produto da conseqüência do fluxo natural da vida. Podem não ser atraentes ou agradáveis, mas são tão naturais quanto gases. São autênticos. Quando a diva que existe dentro de nós se recusa a reconhecer os produtos naturais e normais de nossos atos na vida, recorremos a joguinhos. Eu confesso. Era culpada de ser uma diva que jogava joguinhos e fui pega.
Que tipos de jogos você costuma jogar? Eu jogava o Jogo do Eu Não Sei. Se eu não soubesse, não podia estar errada. Eu jogava o Jogo do Dinheiro. Eu não tinha dinheiro para fazer o que precisava ser feito. Se eu não pudesse fazer uma determinada coisa, não poderia fracassar nela. Eu também usava o jogo do dinheiro como desculpa para não honrar os meus acordos. Pegava dinheiro emprestado e não pagava, conforme acordado. Normalmente isso deixava as pessoas bastante zangadas. Por que é que você está zangado comigo? Eu não tenho dinheiro! E aí eu ficava zangada com quem estava zangado comigo, porque eu não tinha dinheiro para pagar minha dívida, conforme acordado. Isso era, na verdade, uma versão disfarçada do Jogo do Olha Só o que Estão Fazendo Comigo. Eu era uma vítima vitalícia: meus pais, meu marido, as pessoas de quem eu pegara dinheiro emprestado, todos estavam fazendo alguma maldade comigo. Enquanto era vítima do que alguém estava fazendo comigo, eu não precisava assumir o que estava fazendo comigo mesma ou com quem quer que fosse.
O jogo mais elaborado e complexo de todos era o Jogo do Eu Não Agüento Mais. Esse é o jogo de quem assume mais do que seria humanamente possível fazer, e, como não consegue fazer o que começou, cria um caos generalizado na vida e fica reclamando do quanto as pessoas esperam dela. Esses jogos eram produto do medo da desaprovação, alimentado pelo medo de não ser aceita, misturado com o medo de não fazer uma coisa direito, embebido na crença de que eu não era boa o bastante. Por cima de tudo isso vinha a bombástica “diva que nada faz de errado” que habitava dentro de mim. Eu não soltava gases. Traduzindo: eu não era autêntica.
Para sermos autênticos, precisamos estar dispostos a reconhecer e aceitar os produtos naturais do que pensamos, fazemos e dizemos nesta vida. As pessoas à sua volta são meros espelhos das várias facetas existentes em você. Quando as pessoas de seu mundo agem ou fazem coisas de uma maneira que você considera feia, isso é reflexo de alguma parte sua. Resista à tentação de ficar com raiva delas. Busque no seu coração e na sua mente qual foi o pensamento, palavra ou ação que surgiu na sua vida como os gases que você solta.
A autenticidade também exige que você fique em contato com seus sentimentos. Você não pode negar o que sente, não pode controlar. Use de autenticidade! Aprenda a descrever e a comunicar o que está sentindo quando estiver sentindo, em primeiro lugar, para você. Comunique aos outros apenas à medida que for necessário. Da mesma forma como não gostamos de soltar gases, há certas coisas que não gostamos de sentir, sobretudo quando o sentimento nos traz desconforto. Mas, além de nos fazerem saber que estamos vivos, os sentimentos nos tornam autênticos e diferentes de todo o mundo, porque são nossos. Se você quer viver uma vida autêntica, livre das exigências da diva que habita dentro de você, precisa permitir-se sentir.
Um outro aspecto importante da autenticidade é a disposição para dizer sempre a verdade. Gay e Kathlyn Hendricks chamam isso de “verdade microscópica”. Isso significa dizer a verdade sobre todas as coisinhas da vida. Quando você soltar gases, não culpe outra pessoa, admita e simplesmente peça desculpa! Quando sentir dor, não diga que está tudo bem. Admita a sua dor. Admita o seu medo, a sua raiva, a sua insegurança. Admita tudo o que você criar, interna e externamente. Admita cada emoção como uma parte de você. Quando você admite o que sente, tem poder para fazer uma escolha consciente para mudar esse sentimento. Quando você comunica a outras pessoas o que sente, tem poder para criar e definir limites. A autenticidade exige que não haja comparações. Você não pode se comparar ou comparar o que você faz com mais ninguém. Você é você! Você representa uma parte verdadeira e original do Mestre! Não existe ninguém igual a você. Segundo o escritor Og Mandino, você é ”o maior milagre do mundo!”. Isto é tão verdadeiro que, se você se comparar aos outros e governar seus atos pelos atos dos outros, você se perderá.
Finalmente, e mais importante, a autenticidade significa que você deve fazer o que faz ao seu modo e deve permitir o mesmo a todas as outras pessoas. Houve um tempo em que eu queria ser igual a todo escritor famoso que jamais existiu. Eu tentava copiar estilos, reproduzir informações, usar ilustrações parecidas. Quase fiquei louca! Agora, eu simplesmente faço o que faço. É claro que me aconselho. Admiro o trabalho de algumas pessoas, mas escrevo à minha maneira. Decoro minha casa à minha maneira. Visto-me à minha maneira. Se Deus nos fez tão únicos, é uma pena ficarmos imitando os outros. Quando cada um de nós admite as suas partes autênticas, podemos todos nos divertir, apoiar, educar e curar uns aos outros sem parar. Quando admitimos nossos próprios gases, estamos trabalhando a favor da eliminação do preconceito, da opressão e do ódio. Quanto mais jogos nós jogamos, mais regras precisamos seguir. Quanto mais regras existem, menos oportunidades temos de ser criativos. A criatividade precisa da autenticidade. Sem ela, o Mestre que existe dentro de cada um de nós pode ser verdadeiramente reconhecido e reverenciado.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Decisões que fortalecem!

Artigo: Decisões que fortalecem!
Dr. Marcilio David (www.seuamigodopeito.com)
A vida é feita de decisões, como todo mundo sabe, mas tem um detalhe que sempre esquecemos. NÂO tomar uma decisão, também é decidir continuar do jeito que se está.
Gordo, feio ou sem dinheiro!
Existem dois tipos de decisões: As que FORTALECEM E AS QUE ENFRAQUECEM.
Quando foi a última vez que você tomou uma decisão que fortaleceu o seu caráter ou a vontade?
Aí você pergunta, como pode uma decisão aumentar minha vontade?
Bem, cada vez que decidimos fazer algo POR NÓS MESMOS, de acordo com nosso objetivo mais íntimo e seguindo as nossas convicções, estamos nos FORTALECENDO.
O interessante é que QUANTO MAIS DECIDIMOS A FAVOR DOS NOSSOS OBJETIVOS, MAIS FÁCIL FICA DA PRÓXIMA VEZ!
Essas são as decisões que nos fortalecem.
E cada vez que decidimos NÃO FAZER ALGO de acordo com nossos objetivos, NOS ENFRAQUECEMOS E TEREMOS MAIS DIFICULDADE DA PROXIMA VEZ.
É um circulo vicioso, e pode parecer papo furado de programação neurolinguística ou pensamento positivo.(o legal do pensamento positivo é que ele pode até não funcionar, mas quando vc o usa, irrita tanto as outras pessoas que vale a pena!!!)
Por exemplo: Cada vez que você vê uma comida que realmente vai atrapalhar a sua reeducação alimentar, você tem o PODER de decidir se vai comer ou não.
Se você decide comer, enfraqueceu a sua força de vontade e se AFASTOU DO SEU OBJETIVO. Da próxima vez vai ser mais difícil ainda tomar a decisão correta, pois no seu interior, você sabe que "tem pouca força de vontade".
Por outro lado, se você decide não comer, você se sente bem consigo mesma e percebe o quanto os seus problemas são controláveis, PORQUE VOCÊ SE FORTALECEU. Sua força de vontade e sua auto-estima vão aumentar e da próxima vez, será MAIS FÁCIL TOMAR A DECISÃO CERTA.
Com o tempo, você perceberá que seu poder pessoal está aumentando , que você é "mais forte do que esta comida"!
Você sentirá mais bem-estar, e conforme for evoluindo no seu objetivo de perder peso, os elogios e as roupas que vão servindo novamente vão fazer um feedback, gerando mais força de vontade a cada decisão.
Pense em todos que você conhece que emagreceram. Eles tiveram que passar por tudo isto.
Tiveram que aprender a TOMAR DECISÕES QUE FORTALECEM.
Use este método, da próxima vez que quiser dar uma escorregada.
Pergunte-se:
1-esta é uma decisão que me fortalece ou enfraquece?
2-esta decisão vai me aproximar ou afastar do meu objetivo?
3-como vou me sentir DEPOIS DE COMER ISTO?
Use este sistema, mesmo que seja pra dizer que não funciona e me xingar depois.
Você vai ter boas surpresas. Emagrecer é tomar DECISÕES QUE FORTALECEM.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Perfeccionismo

"Ser perfeccionista não é fazer alguma coisa mais ou melhor, ou buscar sempre a excelência; Mais sim ter a convicção emocional errônea de que a perfeição é o único caminho para a aceitação pessoal. É a convicção de que somente seremos aceitos como pessoas se formos perfeitos."

http://gatda.psc.br/perfeccionismo.htm


já passou da hora de eu mudar isso ...
Os 11 mandamentos da FLY (Finally Loving Yourself) Fonte: Chega de Bagunça
1. Mantenha sua Pia Limpa e Brilhando.
2. Vista-se toda manhã, mesmo que você não sinta vontade. Não esqueça de colocar os sapatos (de amarrar).
3. Faça suas Rotinas da Manhã e as Rotinas da Noite (aquela antes de ir para a cama) todos os dias.
4. Não deixe o Computador te distrair(Ops!!!).
5. Observe as suas atitudes. Se você tirou algo do lugar, coloque de volta.
6. Não tente fazer dois projetos de uma vez. UM TRABALHO POR VEZ.
7. Não tire para fora coisas que você não pode devolver em menos de 1 hora.
8. Faça alguma coisa por você todos os dias. Talvez a cada manhã ou noite.
9. Trabalhe o mais rápido que você puder. Isto te dará mais tempo para se divertir.
10. Sorria, mesmo quando você não estiver disposta. Um sorriso é contagioso. Faz sua mente ficar feliz e você será feliz
11. Não esqueça de rir (gargalhar) todos os dias. Mime-se. Você merece isso!!!