quarta-feira, 2 de março de 2011

Chuva

Consequencia das chuvas de domingo passado.



no dia seguinte, já seco.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

53 anos

massagem com Rosana Ades

 Café da manhã, no



Almoço, no Espaço Zym

Continuando, Almoço na Casa Portuguesa

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Em quanto tempo você emagreceu?

..." - Em quanto tempo você emagreceu?" "- Quanto tempo você acha, que vou levar para eliminar X kilos?" Engraçado...Nós não nos preocupamos com o tempo que levamos pra engordar. Então,  porque se preocupar com o tempo na hora de emagrecer? Faça a coisa certa, sem se preocupar com o tempo. Apenas faça o certo, e aí, o tempo tão precioso vai correr à seu favor.

Pete Camargo (emagreceu 76 quilos)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Não faça nada!
Dê-se a permissão para não fazer absolutamente nada.
Leia. Sonhe acordada.
 Tome café ou simplesmente acomode-se numa poltrona bem confortável.
 Se tiver que fazer alguma coisa,
que seja um desperdício de tempo
 e não algo efetivamente produtivo.

Pequenos prazeres, Cynthia MacGregor

domingo, 16 de janeiro de 2011

Laranjas para o pessoal

José trabalhava em uma empresa há dois anos.
Sempre foi muito sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações.
Chegava pontualmente ao trabalho e estava orgulhoso que em dois anos nunca havia recebido uma reclamação.
Certodia, procurou o Gerente para fazer uma reclamação:
- Senhor, trabalho nesta empresa há dois anos com bastante dedicação e estou satisfeito com meu cargo, porém sinto que fui passado para trás. Olhe, o Fernando ingressou em um cargo igual ao meu faz somente 6 meses e já foi promovido a Supervisor.
- Humm... - mostrando preocupação - disse-lhe o gerente: Enquanto resolvemos isto, queria que me ajudasse a resolver um problema.
- Quero dar fruta ao pessoal para a sobremesa do almoço de hoje. Na quitanda da esquina vendem frutas. Por favor, veja se têm laranjas.
José se esmerou por cumprir com a tarefa e em 5 minutos estava de volta.
- Bom José, o que verificou?
- Senhor, têm laranjas para vender.
- E quanto custam?
- Ah! ... Não perguntei isto.
- Ok, mas, viu se tinham laranjas o suficiente para todo pessoal? (perguntava sério).
- Não perguntei por isso também, senhor.
- Tem alguma furta que possa substituir a laranja?
- Não sei senhor mas, creio ...
- Bom, sente-se um momento.

O Gerente pegou o telefone e mandou chamar o Fernando. Quando este atendeu, passou as mesmas instruções que deu a José e em 10 minutos estava de volta.
Quando retornou o Gerente perguntou
- Bem Fernando, que notícias tem para mim?
- Senhor, tem laranjas o suficiente para atender a todo pessoal, e se preferir também tem banana, papaya, melão e manga.
- A laranja está a R$2 o quilo, a banana a R$1,5 o quilo, o papaya e o melão estão a R$3 o quilo.
- Me disseram que se a compra é por quantidade, nos dão o desconto de 8%. Deixei separado a laranja porém, se o senhor escolher outra fruta devo retornar para confirmar o pedido.
- Muito obrigado Fernando, me aguarde um momento ... Se dirige a José, que o estava aguardando estupefato e lhe disse:
- José, o que me dizia?
- Nada senhor, isto é tudo, muitíssimo obrigado, com sua permissão.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

domingo, 5 de dezembro de 2010

Ambiência

"A gente está criando uma ambiência para a mudança." José Mariano Beltrame


Notícias do FRONT

O muro divide. Do lado de cá, chegam notícias do front.
A empregada doméstica faltou três dias seguidos. Fato inusitado. Ela é querida. Parte da família. Profissional de primeira, séria, responsável, trabalhadora. Nunca deixara de avisar e de justificar ausência. Era estranha a falta de notícias. Mensagens, recados, inquietação: a patroa agitava-se. Finalmente, Glória voltou ao batente e se soube o que ocorrera. Caíra numa depressão súbita e devastadora, a que dera outro nome: doença dos nervos. Chegando em casa, sexta-feira, na favela, esperava-a, espetada na grade do portão, a cabeça do vizinho, dono da pequena oficina improvisada na esquina.
Mais calma, Glória recobrou a acuidade e foi capaz de uma análise surpreendente: além do abalo provocado pelo grotesco, além do sofrimento suscitado pela empatia humana, tanto quanto a ferida produzida pela perda de um amigo, havia também e intensamente o sentimento de vergonha, vergonha da comunidade, do lugar, de morar num lugar em que aquela barbaridade se praticasse. Era como se ela própria e sua família estivessem contaminadas por aquela doença medonha. Relatar o episódio a tornaria cúmplice, involuntariamente, expondo-a à degradação moral. Fechou-se em casa para expiar a dor, mas também para furtar-se a narrar o inenarrável, o inabordável, aquilo que só se conta, contaminando-se.
Do lado de lá vê-se melhor o muro, que é imperceptível aos moradores da cidade afluente, e intangível para os navegadores de primeira viagem. É de lá que vêm as histórias ausentes das coletâneas de Nelson Rodrigues. O Brasil que nosso maior dramaturgo narrava era outro, mais ingênuo - a crueldade raramente transbordava o risco do bordado familiar. As tramas cariocas desse início de século XXI são diferentes. Como a de dona Selma e suas filhas. Sua grande frustração é privar suas filhas da festa de casamento. Uma a uma, elas se casam em segredo. E comemoram resignadas sua felicidade clandestina. Selma conta que a grande festa que preparou para o primeiro matrimônio foi interrompido a bala. Os traficantes que dominavam a favela invadiram o salão, armados, humilharam os noivos e as famílias, e destruíram o cenário da celebração. Aquela lição serviria para toda a comunidade. Festas, só com autorização e participação dos donos do morro. Despotismo e violência arbitrária; ódio, impotência e medo, os males do Brasil são.
É  preciso dizer mais? Está tudo aí, resumido, tudo que, no fundo, importa. Mas se alguém ainda sente falta de confirmação, registro-a pela via indireta de uma ressalva:
Conheci uma pessoa que, na empresa em que trabalhava, era a única moradora de favela que não hesitava em revelar o endereço. Orgulhava-se: "Na minha comunidade, só morre quem merece."

A lei e a justiça faltam, sempre. A escolha reduz-se à opção entre a tirania do tráfico e o arbítrio dos justiceiros. Há também o despotismo da polícia, mas esse assunto fica para depois.

Fonte: Cabeça de Porco de Luiz Eduardo Soares, MV Bill e Celso Athayde

José Mariano Beltrame, no Terra:
"Nós queremos o território, para tirar aquelas armas, aquelas drogas, aquela cultura do tráfico de perto das crianças, de toda uma geração que está vindo aí. E acabar com o cinismo do estado, de que não põe médico ou professor ali porque não pode entrar. O estado se libertou dessa responsabilidade usando cinicamente esse argumento. Fiquei muito feliz em ver a Prefeitura do Rio tão rapidamente realizando serviços. O secretário vai fazer seu trabalho lá, mas vai chegar um momento em que eu vou dar o serviço como pronto, como já está em três lugares. Tem que ficar claro que não é o policialzinho da UPP que vai segurar tudo sozinho. A gente está criando uma ambiência para a mudança."
Os 11 mandamentos da FLY (Finally Loving Yourself) Fonte: Chega de Bagunça
1. Mantenha sua Pia Limpa e Brilhando.
2. Vista-se toda manhã, mesmo que você não sinta vontade. Não esqueça de colocar os sapatos (de amarrar).
3. Faça suas Rotinas da Manhã e as Rotinas da Noite (aquela antes de ir para a cama) todos os dias.
4. Não deixe o Computador te distrair(Ops!!!).
5. Observe as suas atitudes. Se você tirou algo do lugar, coloque de volta.
6. Não tente fazer dois projetos de uma vez. UM TRABALHO POR VEZ.
7. Não tire para fora coisas que você não pode devolver em menos de 1 hora.
8. Faça alguma coisa por você todos os dias. Talvez a cada manhã ou noite.
9. Trabalhe o mais rápido que você puder. Isto te dará mais tempo para se divertir.
10. Sorria, mesmo quando você não estiver disposta. Um sorriso é contagioso. Faz sua mente ficar feliz e você será feliz
11. Não esqueça de rir (gargalhar) todos os dias. Mime-se. Você merece isso!!!